Blog com opiniões e cases sobre o que acontece na nano referente a design,
tecnologia e negócios.
O governo americano, com a ajuda da polícia de outros países, fechou o Megaupload.com com o espetáculo de um cybertira em um dia de fúria. Mas por que o Megaupload? E por que agora? Há vários outros serviços de armazenamento que não se importam com o tipo de conteúdo que você coloca lá: HulkShare, MediaFire, YouSendIt e 4shared (este, mais popular no Brasil que o MU). Todos eles são exemplos clássicos de compartilhamento na internet e funcionavam mais ou menos do mesmo jeito. Bom, em parte porque eles são menores globalmente que o Megaupload, e também porque eles são mais espertos (vide a mudança do modus operandi nos últimos dias). Mas principalmente porque eles não operam como chefões do narcotráfico com total desprezo pela lei.
As 72 páginas de relatório do inquérito instaurado pelo Departamento de Justiça dos EUA contra o Megaupload – ou, como é chamado no documento, a “Mega Conspiração” – ilumina uma operação que envolve muito dinheiro, opulência e desleixo. A turma da Mega Conspiração – que se espalhava por continentes e era liderada pelo Kim Dotcom – era abertamente rica por causa de música protegida por copyright, e tiravam onda disso. Eles eram claros em suas intenções de extrair dinheiro de episódios dos Simpsons e discos do 50 Cent, recompensando os seus usuários que mais subiam conteúdo pirata, lavando dinheiro através do site, e gastando o dinheiro das formas mais evidentes possíveis.
E os agentes federais têm provas de tudo isso.
De todas as coisas que ajudaram a pintar um alvo gigantesco nas costas do Megaupload, a mais óbvia foi o seu tamanho. O Megaupload está longe de ser um site qualquer; ele consumiu incríveis 4% de todo o tráfego da internet com seus 50 milhões de visitantes diários. Havia outros lugares para acertar a flechada, mas o Megaupload era o centro do alvo do tamanho de um prato, brilhante: eles ganhavam milhões sem muito esforço, apenas com publicidade, e supostamente teriam causado prejuízos de US$ 500 milhões (é bem comum o MPAA inflar este número, de todo modo). A Mega Conspiração parecia ser boa demais pra ser verdade, ao menos para os seus donos.

O volume absurdo de dados e dinheiro já era suficiente para chamar a atenção da Força Tarefa de Propriedade Intelectual do Departamento de Justiça; a partir daí, não foi difícil de fazer os agentes federais arregalarem os olhos. O site não tinha palavras piscando “COMPARTILHE SUAS COISAS PIRATAS COM A GENTE”, mas seus motivos eram claros. De acordo com o indiciamento, o site queria boas e variadas coisas pirateadas. O documento chega a concluir que o Mega sabia que tinha vídeos e músicas que infringiam direitos autorais em seus servidores, e queria que isso fosse baixado o máximo de vezes possível, para gerar mais receita publicitária. Então eles subornaram os usuários para fazerem isso para eles, de acordo com o relatório:
A Mega Conspiração realmente ofereceu incentivos financeiros para os usuários premium postarem seus links em outros sites através do programa “Uploader Rewards”, que garantiu a vasta distribuição dos links do Megaupload.com através da internet e um inventário de conteúdo popular nos servidores da Mega Conspiração.
Os benefícios eram entregues em forma de upgrades de conta premium, que permitiam download mais rápido e, em alguns casos, dinheiro. Grana de verdade.
O inquérito chega a descrever como o dinheiro era espalhado pela presença internacional do Megaupload, com milhões de dólares sendo transferidos entre Hong Kong, EUA, Europa e Nova Zelândia. Um pedaço desse dinheiro voltou para crescer a operação do Megaupload, ou foi usado para pagar os super-usuários. A Mega grana também serviu como uma prática maneira de lavar dinheiro, como o departamento de justiça acusa claramente no inquérito.
Além de tudo isso, um pedaço grande do dinheiro foi simplesmente pro bolso dos caras. Só em 2010, Kim Dotcom, o fundador cruzamento de Dr. Robotnik com Larry Flint, embolsou US$ 42 milhões. O seu apreço por mulheres, coisas muito caras e excesso é bem documentada. No fim do ano passado, na sua tentativa de convencer (ou subornar) as autoridades da Nova Zelândia do seu direito de comprar a mansão que morava, ele investiu 500 mil dólares em fogos de artifício para a cidade de Auckland. Só porque ele podia. Aos olhos da polícia, ele era um bandido que fazia questão de aparecer demais. E se você está se coçando para punir alguém pela pirataria, por que ir atrás de mais um nerdzinho por trás do qualquercoisashare quando você pode pegar o figurão lavando dinheiro ao redor do mundo e comprando seu próprio show de fogos de artifício?
E mesmo assim, a história de pirataria do Megaupload acontecia há tempos, e o materialismo obeso de Dotcom já tinha alguns anos de história. Mas porque só agora? A jornalista Molly Wood, da CNET, tem uma teoria meio conspiratória que parece fazer sentido. Obviamente, está relacionada ao SOPA. As fontes dele disseram que a operação tinha como um dos focos despertar a ira do Anonymous e mostrar como é necessário policiar os “cyberterroristas”. Armadilha ou não, o Anonymous agiu, derrubando sites pelo mundo.
Há uma outra teoria, aparentemente mais crível: as gravadoras teriam se sentido ameaçadas pelo anúncio do MegaBox, um serviço de download legal de música anunciado por Kim Dotcom em dezembro. A estratégia do serviço seria dar 90% do dinheiro pago pelo download diretamente ao artista (em vez de 70% pago à gravadora, no caso do iTunes) e ainda uma parte da grana arrecadada com publicidade provinda dos downloads piratas. A história parecia boa demais para ser verdade (especialmente pela escolha de “parceiros” sem consentimento deles) e não foi recebida com muita empolgação nem pelos próprios artistas, receosos pela, digamos, “falta de transparência” e passado de Kim. Ainda assim, teoricamente é algo assustador para a indústria: um serviço com um alcance gigantesco, dando mais dinheiro para os artistas. Se isso seria o catalisador para dar cabo a uma ação sendo ensaiada há dois anos? Difícil dizer, mas é mais uma teoria.
Independentemente de qual a teoria correta, os agentes da justiça – especialmente os que tem como missão zelar pela propriedade intelectual – querem mais poder para matar sites como o Megaupload. Parece que eles não conseguirão através de novas leis, então pintar um alvo de uma maneira bastante pública e dramática é uma boa maneira de dizer “ei, nós não precisamos dessa sua sopa!”
Se este é o caso, o Departamento de Justiça deve estar sendo sufocado pela ironia. A destruição do Megaupload sem o SOPA prova quão fora de propósito era a lei pra início de conversa. Estes últimos dias são os “dias da guerra do copyright”, mas a decisão de explodir o rei da violação de direitos autorais de maneira tão espetacular apenas prova o quanto que a justiça não precisa de bombas maiores.
Fonte: Gizmodo
É com muito pesar que recebo a notícia que um dos maiores gênios da minha geração agora não está mais entre nós. Steve Jobs não foi apenas um cara com grandes ideias, mas uma pessoa que acreditou, até o fim, em seus objetivos.
Vivemos em uma era onde a grandiosidade de tudo que já existe faz com que muitos de nós desista de seus ideais, seja por dificuldades financeiras ou alguma coisa que não saiu como esperado. Steve mostrou que amar o que se faz, não importando o que seja ou seu nível de dificuldade, e fazer um sonho acontecer só depende do quanto estamos dispostos a nos arriscar.

“Às vezes a vida te bate com um tijolo na cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me fez continuar foi que eu amava o que eu fazia. Você precisa encontrar o que você ama. E isso vale para o seu trabalho e para seus amores. Seu trabalho irá tomar uma grande parte da sua vida e o único meio de ficar satisfeito é fazer o que você acredita ser um grande trabalho. E o único meio de se fazer um grande trabalho é amando o que você faz. Caso você ainda não tenha encontrado [o que gosta de fazer], continue procurando. Não pare. Do mesmo modo como todos os problemas do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer relacionamento longo, só fica melhor e melhor ao longo dos anos. Por isso, continue procurando até encontrar, não pare.”
Particularmente, esse exemplo me influenciou a mudar o rumo profissional da minha vida, mesmo sem ter a certeza de que isso seria o mais certo a fazer, apenas acreditando que em algum momento isso faria todo o sentido para mim. Acreditar em si mesmo foi uma lição colocada em prática ao longo da vida de Jobs, que como a maioria sabe, foi demitido da própria empresa por acreditar em suas novas ideias.
As ideias enquanto ideias não são nada, apenas projetos. A força de vontade em colocar tudo isso em prática foi o exemplo vivo que Steve Jobs nos deixou.
“Você não pode conectar os pontos olhando para a frente; você só pode conectar os pontos olhando para trás. Assim, você precisa acreditar que os pontos irão se conectar de alguma maneira no futuro. Você precisa acreditar em alguma coisa – na sua coragem, no seu destino, na sua vida, no karma, em qualquer coisa. Este pensamento nunca me deixou na mão, e fez toda a diferença na minha vida.”
Obrigado. É tudo o que eu e os ideais da Agência Nano podemos dizer para esse grande ser humano, que nos inspirou e continuará nos inspirando, seja em minha vida pessoal, no dia a dia da empresa ou nas revoluções tecnologicas que nos deixou. Descanse em paz Steve.

“Seu tempo é limitado. Por isso, não perca tempo em viver a vida de outra pessoa. Não se prenda pelo dogma, que nada mais é do que viver pelos resultados das ideias de outras pessoas.”
*Os textos foram retirados de um discurso dado por Steve Jobs na formatura dos alunos de Stanford em 2005, para assistir clique aqui.
Costumamos entender o design apenas pelas suas intervenções estéticas, porém o objetivo intrínseco do design é unir forma e função, seja nas mais variadas áreas. Por fim, as intervenções do design acabam por otimizar as funções inicialmente desejadas. O crescimento e aperfeiçoamento dos projetos tem, em grande parte, ajuda do design para o seu sucesso, levando em conta valores estéticos que possam ser aliados aos aspectos de funcionalidade.
O design então não poderia ficar de fora da web. Mesmo em seus primórdios, a web já contava com os estudos de navegabilidade e diagramação vindos do design gráfico impresso. Com isso, podemos entender o design para web (web design) como uma extensão do design gráfico, onde o foco é a criação de websites e aplicativos disponíveis na web.
Podemos visualizar o web design como uma junção de diversas áreas técnicas como a arquitetura da informação, o próprio design conceitual, navegabilidade, usabilidade e acessibilidade. Agregar esses conceitos é a forma de garantir o entendimento do usuário final de forma ágil e eficiente a partir dos objetivos propostos.
Entendemos então o design web como interfaces digitais, que são fundamentais para o nosso dia a dia. No início da década de 60, numa apresentação feita pelo doutor em engenharia eletrônica Dr. Douglas C. Engelbart, vislumbrava-se a primeira interface gráfica em uma ideia de espaço-informação que tranformava códigos de computação em uma representação gráfica, tornando possível sua interpretação para a maioria das pessoas, uma vez que os seres humanos raciocinam e interagem através de palavras, imagens, sons e associações. Nos dias de hoje, as interfaces gráficas são essenciais para em nosso cotidiano indo desde terminais de consulta até a própria web.
O conceito inicial, desenvolvido por Dr. Engelbart e transformado em realidade pelos pesquisadores da Xerox de que uma interface é, em grande parte, um produto interativo de comunicação visual, transforma o designer em peça crucial para este tipo de projeto. O designer responsável pela interface gráfica deve possuir conhecimentos sólidos em comunicação visual e interação com o usuário. Transformando a profissão de designer em um comunicador apto a desenvolver produtos que necessitam de interatividade entre o homem e a máquina.
Com o advento da internet e a demanda crescente para para esse tipo de produto, a quantidade de projetos de interface aumentam de volume e, principalmente, de importância, gerando uma popularização e causando, inevitavelmente, uma grande quantidade de produtos mal desenvolvidos. Concluímos então a extrema importância do design no processo de desenvolvimento de um produto de qualidade em que todo o processo projetual e as funções incluídas neste tipo de produto sejam exercidos de forma consciente e de acordo com os estudos e capacidades envolvidas.
Você está farto de ouvir falar de mais uma aplicação web construído com pó de fada e financiado pela magia dos piuxels? Se assim for, este post é para você. A maioria de nós nunca vai começar a trabalhar em um aplicativo web que é financiado por capital de risco e para os quais os objetivos de negócio são uma consideração secundária. para nós, o desenvolvimento de um aplicativo web é sobre o encontro de uma necessidade de negócio específica, como parte do nosso trabalho a trabalhar com uma organização de grande porte.
Se como um desenvolvedor em casa ou como parte de uma agência, que trabalham sob restrições de negócios rigorosa e com orçamento e tempo limitados. É um desafio, assim como encontrar a abordagem certa é crucial. No meu tempo de trabalho em aplicações web para as empresas, eu identifiquei três segredos que parecem tornar as coisas muito mais suaves:
1. Foco em tarefas do usuário;
2. Não tentar resolver tudo;
3. Fazer as perguntas certas desde o início.
Vamos começar por olhar para as tarefas do usuário:
Se concentrar nas tarefas do usuário, não nas características
Quando você está convidado a construir uma aplicação web, sem ter sido convidado a resolver um problema comercial, nem para tornar mais fácil para o grupo do usuário para completar uma determinada tarefa vez (pelo menos na minha experiência), seu trabalho é adicionar algumas funções e construir um tipo específico de aplicação.
Infelizmente, esta é uma abordagem perigosa. Centrando-se sobre a aplicação que você está construindo, a ênfase é posta na tecnologia e funcionalidade, e não às necessidades dos usuários ou o problema subjacente a ser resolvido.
Rua Pamplona, 788 • CJ. 41 • Jardim Paulista • São Paulo • SP • Brasil
OI@AGENCIANANO.COM • +55 11 2386 7897 • nano Comunicação LTDA.